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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Gosto - De Lisboa a Marvão


Marvão foi o destino escolhido para fugir ao típico fim-de-semana na cidade, mas também foi a fuga para ir ao 1º Festival de Café de Marvão.

Partimos de Lisboa depois de almoço em direcção não á ponte 25 de Abril nem á ponte Vasco da Gama, mas sim á ponte das Lezírias pois seria uma travessia mais calma e directa, e optámos pelas estradas secundárias pois não havia pressa e tanto a paisagem ribatejana e alentejana convidava uma viagem de delícia visual.



Após passarmos Coruche e Couço chegámos a Mora, por aqui tudo normal até que ao procurarmos placas a indicar o caminho para Pavia mas entretanto vimos algo que nos fez fazer um pequeno desvio, o Fluviário de Mora. Era cedo e o tempo convidava para um visita. O mais curioso é que o caminho era longo porque demos um voltinha maior :P. Chegámos a um espaço exterior muito apresentável e convidativo.



Entrámos no Fluviário com óptimas condições mostrava uma grande variedade de peixes; desde trutas, raias, carpas, e por aqui talvez seja comum para muitos. Mais á frente em aquários fechados podemos encontrar espécies mais exóticas, desde uma píton, a enguia eléctrica, piranhas, rãs venenosas e muitas mais.



Passamos a uma passadeira exterior por cima de um lago onde somos confrontados por uns gansos que faziam barulhos de um telemóvel a vibrar. Os mesmo estavam acompanhados por um cisne e mais umas carpas no fundo do lago que também nos seguiam. Ao chegar a uma outra entrada reparámos num contratempo de má construção , uma cascata artificial jorrava água por cima da passadeira mas era trânsitável. Entramos numa parte mais documental sobre anfíbios, e á frente podiamos interagir com umas projecções acerca de temas envolvendo os rios, desde poluição a ecossistemas.


Terminamos a visita e voltamos novamente ao caminho pelo Alentejo fora. Fomos em direcção a Cabeção e fomos por uma estrada não muito má mas bastante secundária. A surpresa deste caminho remoto foi uma ponte muito pequena e rasa sobre um afluente cristalino e coberto de flores. Continuámos até apanhar a estrada para Avis, e a partir daí estranhámos muito o facto de uma estrada muito má na direcção de Alter do Chão e sendo quase os únicos conductores dessa estrada alguém se sentiu perdido lol. Mas no fim tinhamos chegado a Alter do Chão. A partir daí foi seguir até Portalegre e finalmente Marvão que nunca tinha visitado e fiquei parvo com a altura e com o tamanho da “fortaleza” que ía finalmente visitar, e adorei o facto de o Alentejo se misturar com a Beira numa bela paisagem.




O resto desta viagem ficará para uma outra parte ehehehhe.